sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Os Misseis V2




foguete V2 (sigla em alemão para Vergeltungswaffe - arma de vingança), ou simplesmente V2 - (cujo nome-código alemão original era A4), foi o primeiro míssil balístico, tendo sido usado pela Alemanha durante as últimas fases da Segunda Guerra Mundialprincipalmente contra alvos britânicos e belgas. Recebeu este nome porque era uma arma alemã que se seguiu ao V-1, uma bomba que voava como avião a jato.
engenheiro alemão Wernher von Braun foi um de seus principais desenvolvedores, na estação experimental do exército alemão dePeenemünde. O verdadeiro nome do foguete era Aggregat 4 (A4), mas ele ficou mais conhecido pelo nome Vergeltungswaffe 2 (Arma de Represália 2), dado pelo então Ministro da Propaganda Joseph Goebbels, já que as V2 eram lançadas em represália aos bombardeios aliados.
Até 1942 nenhum foguete grande havia deixado o solo, muito embora todo o funcionamento das V2 e dos futuros foguetes tenha sido descrito muito antes por pioneiros como Konstantin Tsiolkovsky (URSS) e Hermann Oberth (Alemanha). O americanoRobert Hutchings Goddard foi mais longe ao construir pequenos foguetes capazes de atingir grandes altitudes.
V2 em ação a esquerda a direita temos um V1 


No entanto, nada se comparava ao desafio dos projetistas da V2: um foguete pesando 14 toneladas, lançado a 80 km de altura, desenvolvendo para isto mais de meio milhão de cavalos-vapor, tudo isto reduzido em um motor de pouco mais de 1,65 m de comprimento e pesando 450 kg.
O projeto da V2 era máxima prioridade dos nazistas, já que o destino daSegunda Guerra Mundial pouco a pouco pendia para o lado dos aliados, e apenas uma arma nova e excepcional poderia mudar este rumo.


Os famosos misseis V1 e V2 eram , para a década de 40, algo totalmente irreal e fora do comum. As pessoas ao verem misseis desses atingirem suas cidades achavam serem coisas de outros planetas, principalmente em Londres. Um projeto pouco divulgado fora o Hochdruchkannone V3 , ou Projeto V3. Tal ambicioso projeto era de uma espécie de lançadores de diversos misseis capazes de jogar 600 toneladas de explosivos em Londres por dia. Em apenas uma noite, Londres teria 70% de sua cidade destruída. O Projeto foi destruído por bombardeiros americanos em Mimmoyecques, Norte da França banhando o canal da Mancha. Com o fim da 2GM, Werner Von Braun foi transferido pelo governo norte americano para trabalhar em um futuro “projeto espacial”. Na Guerra Fria, o mesmo foi responsável pela criação do programa Apolo 11 que colocou o homem na lua. 
V2 acerta o alvo

O  V-2 foi o primeiro objecto feito pelo homem a alcançar o voo espacial sub-orbital. Viajando a velocidades que alcançavam os 4.000 km/h, era impossível de interceptar e alcançava o alvo mais rápido que a velocidade do som. 
Os Foguetes V-2 possuíam um grau de sofisticação elevado para a época, o que os tornava caros face ao poder destrutivo da sua pequena ogiva convencional. Eram lançados a partir de estações móveis, e quando utilizados contra os civis na cidade de Londres, lançaram o medo e pânico entre a população.
Cerca de 3.000 V-2 foram disparadas contra os aliados, matando cerca de 7.000 civis e militares, somente cessando o lançamento quando as forças do Reich foram obrigadas a recuar para além do alcance da arma. Se os alemães tivessem tido mais tempo, o rumo da guerra poderia ser bem diferente, pois o programa em curso incluía ogivas nucleares (em desenvolvimento) ou opções químicas e biológicas que nunca chegaram a ser utilizadas.
V2 sendo transportado

Um total de 5789 foguetes V-2 foram construídos ao custo unitário de 17877 dólares (valor de 1944). Deste total, 3225 foguetes V-2 foram lançados, 1359 deles contra Londres dos quais apenas 169 falharam. A maioria dos foguetes V-2 foi lançada contra alvos na Europa continental, principalmente Antuérpia. Após o bombardeamento de Peenemunde pelos aliados, as tropas alemães passaram a usar lançadores móveis, muito mais difíceis de detectar e destruir. As tropas alemães responsáveis pelos disparos de foguetes eram tão bem treinadas que seriam capazes de colocar em posição vertical, alinhar e lançar 3 mísseis simultaneamente num intervalo de apenas 2 horas.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

7 grandes mistérios de Marte


7 – PORQUE MARTE TEM DUAS CARAS?
Os cientistas têm debatido sobre as diferenças entre os dois lados de Marte por décadas. O hemisfério norte é plano e baixo – está entre os mais planos no sistema solar, potencialmente formado por água, que um dia correu na superfície marciana.
Enquanto isso, o lado sul é acidentado e cheio de crateras, e cerca de 4 a 8 quilômetros maior em elevação do que o hemisfério norte. Evidências recentes sugerem que a grande disparidade entre os lados do planeta foi causada por uma pedra gigante que se chochou com o planeta, há muito tempo atrás.
6 – QUAL A FONTE DE METANO EM MARTE?
Metano – a simples molécula orgânica – foi descoberta na atmosfera de Marte pela nave Mars Express, em 2003. Na Terra, muito do metano atmosférico é produzido pela vida, em processos como a digestão das vacas. Parece que o gás está estável no planeta vermelho por apenas 300 anos, então o que está o gerando é muito recente.
Mas há formas de gerar metano sem vida, como a atividade vulcânica. A nave ExoMars, que tem lançamento previsto para 2016, vai estudar a composição química da atmosfera de Marte, para entender mais sobre a presença dessa molécula.
5 – EXISTE ÁGUA LÍQUIDA NA SUPERFÍCIE DE MARTE?
Apesar da quantidade de evidências que sugerem a presença de água líquida em algum ponto da história de Marte, a questão é se isso ainda ocorre na superfície do planeta. A pressão atmosférica é muito baixa, cerca de 1% da Terra, o que dificulta a presença de líquido. Entretanto, linhas estreitas e escuras nas ladeiras de Marte oferecem dicas de que água salgada pode estar correndo.
4 – EXISTIRAM OCEANOS EM MARTE?
Várias missões em Marte revelaram diversas pistas de que o planeta um dia foi quente o suficiente para que água líquida corresse em sua superfície. Entre elas, estão o que parecem ser redes de vales, rios e minerais que usam água para se formar.
Entretanto, modelos climáticos atuais de Marte não conseguem explicar como temperaturas mais quentes podem ter existido, já que o sol era muito mais fraco no passado. Isso leva alguns a pensar que tais diferenças foram criadas por ventos ou outros mecanismos.
3 – EXISTE VIDA EM MARTE?
A primeira nave especial a pousar com sucesso em Marte foi a Viking 1, da NASA. Desde então, o mistério continua: há evidências de vida no planeta? A Viking representou a primeira e até agora a única tentativa de buscar vida em Marte, e seus achados são muito debatidos hoje. Ela detectou moléculas orgânicas como cloro metano e diclorometano. Mas esses compostos foram tidos como contaminação da Terra – fluídos de limpeza usados para preparar a nave quando ainda estava aqui.
A superfície de Marte é muito hostil para a vida como conhecemos. É fria, árida, tem muita radiação, entre outros fatores. Mesmo assim, existem muitos exemplos de formas de vida sobrevivendo em locais extremos da Terra, como os solos secos e gelados da Antártica e o super árido Deserto do Atacama, no Chile.
Há vida na Terra em qualquer lugar onde há água líquida, e a possibilidade de que um dia tenham existido oceanos em Marte leva muitos a imaginar se a vida conseguiu surgir no planeta. Saber essa resposta pode desvendar o mistério se a vida comum existe ou não no resto do universo.
2 – A VIDA NA TERRA COMEÇOU EM MARTE?
Meteoritos descobertos na Antártica, originários de Marte – atirados do planeta por culpa de impactos cósmicos – possuem estruturas que lembram um dos micróbios da Terra. Apesar de muitas pesquisas darem explicações químicas, e não biológicas para esses achados, o debate continua. É interessante a possibilidade que a vida na Terra tenham realmente surgido em Marte, há muito tempo, e chegado aqui nos meteoritos.
1 – HUMANOS CONSEGUEM VIVER EM MARTE?
Para responder se existe ou existiu vida em Marte, pessoas talvez tenham que ir até lá para saber.
A NASA planejava, em 1969, ter uma missão humana em Marte em 1981, e uma base permanente em 1988. Mas viagens humanas interplanetárias mostraram-se desafios tecnológicos e científicos incríveis. Teríamos que lidar com os rigores da viagem – comida, água e oxigênio, os efeitos deteriorantes da microgravidade, perigos como fogo e radiação, e o fato de que os astronautas estariam milhões de quilômetros longe de qualquer ajuda, confinados juntos por um bom tempo. Pousar, trabalhar, viver em outro planeta e retornar também seriam desafios.
Entretanto, os astronautas parecem querer encarar tudo isso. Por exemplo, nesse ano, seis voluntários viveram em uma espaçonave fictícia por quase um ano e meio, no projeto Mars500. Essa foi a mais longa simulação de voo especial, simulando uma missão até Marte. E existem mais voluntários para uma viagem apenas de ida.
Pequenos micróbios que se alimentam de rochas poderiam extrair recursos preciosos de Marte, e pavimentar o caminho para os primeiros exploradores, que se tornariam fazendeiros espaciais. Mas o mistério da possibilidade de irmos um dia a Marte continua.


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Arthur Conan Doyle e Suas Crendices


Até que ponto um escritor brilhante pode ser considerado ingênuo? Bem, quando se trata de Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlok Holmes, nada tem explicação.
Em 1887, após participar de algumas sessões mediúnicas, o escritor britânico reviu seus conceitos sobre o assunto e após várias perdas em sua família ele utilizou do espiritismo como uma forma de consolo. O suposto ocultismo que há n'As Aventuras de Sherlok Holmes (que chegou até ser proibido pela União Soviética por este motivo) ocorrido devido à estes conceitos de Doyle é considerável, afinal justificam suas crenças. Entretanto há tantas tolices por parte dele ligados a tais que não se presume quanta ignorância existia naquele homem.
Hydesville, Nova Iorque, em 1848,uma casa modesta tinha uma reputação de ser assombrada. Ali ocorreu o evento que lançou o movimento conhecido como "espiritualismo moderno" para distingui-lo de convicções históricas mais antigas sobre uma vida após a morte.  A família Fox, que viva na casa, tinha três filhas adolescentes que diziam ouvir barulhos estranhos de estalos à noite. As meninas pensaram que um fantasma poderia estar produzindo os barulhos, assim elas tentaram responder batendo as mãos. Elas rapidamente evoluíram para um código para se comunicar com o fantasma de um mascate que tinha visitado a casa há muito tempo e tinha sido assassinado lá. Um esqueleto achado posteriormente no porão parecia confirmar a história. Naturalmente isto atraiu muita atenção local. 

Suspeitas de que os fenômenos de sessões eram fraudulentos foram reforçadas quando Margaret Fox confessou a fraude. No dia 21 de outubro de 1888, ela apareceu frente a uma audiência de 2000 pessoas para demonstrar como ela tinha produzido os estalos de espírito fraudulentamente. Usando meias, em uma plataforma pínea pequena seis polegadas sobre o chão, Margaret produziu estalos audíveis por todo o teatro estalando as juntas de seus dedões! Doutores da audiência vieram ao palco para verificar a fonte do som. 
Quanto à isso Sir Arthur Conan Doyle disse:
Nada que ela poderia dizer sobre aquele assunto vai mudar sequer um pouco a minha opinião, nem irá mudar a de qualquer um que tenha sido convencido profundamente de que há uma influência oculta nos conectando com um mundo invisível.
Isso ele dizia em relação ao dito pela garota, como uma resposta, igual à de outras pessoas, que não acreditavam no que ela dizia, pensando que aquilo apenas era uma mentira. Margaret escreveu uma história assinada que apareceu em The New York World, em 21 de outubro de 1888. Ela disse:
O Espiritualismo é fraude e enganação. É um ramo da prestidigitação, mas tem que ser estudado minuciosamente para alcançar a perfeição. 
Até aí tudo bem presumo, pois há outros registros e até mais convincentes de manifestações de espíritos em residências e etc, mas quanto à crença em fadas e gnomos Doyle ainda nos surpreende.
Em 1917, duas meninas adolescentes em Yorkshire produziram fotos que tinham tirado de fadas em seu jardim. Elsie Wright  e sua prima Frances Griffiths  usaram uma máquina fotográfica simples e dizia-se que não possuíam qualquer conhecimento de fotografia ou truques fotográficos. Veja algumas das imagens:







Sinseramente, as fotos são horrorosas não concordam? É clara a alteração, repare nas luzes e sombras das meninas e das criaturas, repare como a resolução de tais é diferente! Ridículo! Mas para a época até pode-se entender o porque de as pessoas (num mundo não tão desenvolvido ainda) terem acreditado. 
Peritos fotográficos que foram consultados declararam que nenhum dos negativos tinha sido forjado, não havia nenhuma evidência de dupla exposição e que um borrão leve de uma das fadas na primeira fotografia indicava que a fada estava se movendo durante a exposição . Eles pareciam não sequer entreter a explicação mais simples de que as fadas eram recortes de papel simples fixados nos arbustos, balançando ligeiramente com a brisa. Doyle e outros crentes também não estavam aborrecidos pelo fato de que as asas da fada nunca mostravam borrões de movimento, até mesmo na imagem da fada calmamente posada de pé em pleno ar. Aparentemente asas de fada não funcionam como as asas de um beija-flor. 
Arthur Conan Doyle não apenas aceitou estas fotografias como genuínas, ele até escreveu dois panfletos e um livro que atestavam a autenticidade destas fotografias, incluindo muito folclore de fadas adicional. O livro dele, A Vinda das Fadas [The Coming of the Fairies], ainda é publicado, e algumas pessoas ainda acreditam que as fotografias são autênticas. Os livros de Doyle são leitura muito interessante até mesmo hoje. A convicção de Doyle no espiritualismo convenceu muitas pessoas de que o criador de Sherlock Holmes não era tão brilhante quanto a criação fictícia dele. Alguns pensaram que Conan Doyle estava louco, mas ele defendeu a realidade de fadas com toda a evidência que pôde encontrar. 
Com o passar dos anos persistiu o mistério. Só alguns fanáticos acreditaram que as fotografias eram de fadas reais, mas o mistério dos detalhes de como elas foram feitas continuou fascinando os estudantes sérios de brincadeiras, fraudes e enganações. Quando as meninas já adultas foram entrevistadas, suas respostas eram evasivas. Em uma entrevista da BBC em 1975 uma delas disse: "Eu lhe contei que elas são fotografias de invenções de nossa imaginação e é nisso que vou insistir". Em 1977 Fred Gettings tropeçou em evidência importante enquanto trabalhava em um estudo de ilustrações de livro do começo do século XIX. Ele achou desenhos por Claude A. Shepperson no livro infantil de 1915 que as meninas poderiam ter facilmente possuído, e que eram, sem dúvida, os modelos para as fadas que apareceram nas fotografias. Olhe para este desenho e repare nas fadas da primeira fotografia:


Então, em 1982 as garotas admitiram, em entrevistas com Joe Cooper, que tinham forjado as fotografias. Como muitos tinham suspeitado desde o princípio, as meninas haviam usado recortes de papel de desenhos de fada. Nenhuma grande habilidade fotográfica foi requerida, entretanto as fotografias mostram boa composição artística. Um delas tinha habilidade artística, e tinha até mesmo trabalhado durante alguns meses na loja de um fotógrafo retocando fotografias. Mas as meninas não fizeram nenhum retoque nestas fotografias. O mais simples dos meios, só recortes de desenhos de fadas presos no matagal foi tudo que foi exigido para enganar mentes crédulas e predispostas como as de Arthur Conan Doyle (que ainda assim mal acreditou na palavras delas), Geoffrey Hodson, e Edward Gardner.
Em relação à credulidade de Conan Doyle, o escritor Gilbert Chesterton disse:
… há tempos me parece que a mentalidade de Sir Arthur é muito mais a de Watson que a de Holmes.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Caso do Fantasma do prédio



Em 19 de Novembro de 1995, o Wem Town Hall, uma antiga construção, em Shropshire, Inglaterra, queimou por completo. Muitas pessoas se juntaram ao redor do edifício, construído em 1905, para vê-lo ser consumido pelas chamas. 

Tony O’Rahilly, um morador local foi um desses curiosos e tirou fotos do espetáculo com lentes de telefoto de 200mm, do outro lado da rua.  Uma dessas fotografias mostra algo que parece ser uma pequena, e parcialmente transparente, menina parada na portaNem O’ Rahilly, nem nenhuma outra testemunha do incêndio disse ter visto a menina no local naquele momento.

O’Rahilly levou os negativos da foto para serem analisados por um especialista na Association for the Scientific Study of Anomalous Phenomena, que então repassou o caso para ser estudado pelo Dr. Vernon Harrison, um expert em fotografia, antigo presidente da Royal Photographic Society. Harrison examinou cuidadosamente tanto a foto impressa como seu negativo e concluiu que não havia adulteração/falsificação. A foto era genuína.

  Mas quem é a menina? O local do edifício (Wem), havia sido, em tempos antigos, um vilarejo pacífico que foi devastado pelo fogo. Em 1677, os registros históricos afirmam, o fogo destruiu muitas das casas de madeira da cidade. Diz a lenda que uma menina, Jane Churm, acidentalmente incendiou um teto de palha com uma vela. Muitos acreditam que o fantasma dela assombra essa área, e que ela foi vista em outras ocasiões.


Eis a foto:








Por muito tempo essa foto foi considerada genuína, mas a pouco tempo foi liberado um cartao postal de 1922 da cidade de Wem:

Comparação:



 Infelizmente, o fotógrafo Tony O’Rahilly faleceu no ano de 2005.
Apesar disso é obvio que a imagem foi adulterada.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Conto: A Menina dos Olhos Vermelhos

Olá caros leitores do Bolg Do Panzer!
Eu gostaria de lhes dar uma dica e lhes fazer um convite.
Fiz uma postagem no site www.sobrenatural.org, por isso podem me considerar até mesmo suspeita de dizer que é realmente algo que vale a pena, mas primeiramente contarei como ocorreu-me a ideia de postar lá. 
Certo dia estava eu conversando com o Panzer e vendo o site sobrenatural (ele já sabe que tenho algum talento para criar histórias já à um tempo) e havia enviado um relato, eu disse a ele (brincando inicialmente) que iria criar um conto para lá. Ele adorou a ideia, e por causa disso resolvi tentar escrever algum conto, mas teria que me ajudar (inclusive as lutas e um dos personagens foram criados e descritos com ajuda dele). 
Bem, já postei 3 partes da história que todos que leram elogiaram muito, mas que ainda não está terminada e presumo que ainda precise de mais 2 para seu fim. Então, eu gostaria muito que vocês acessassem meu conto, e opiniões e sugestões são bem vindas. Eis aqui uma sinopse deste, que se passa no século XVIII:

A Menina dos Olhos Vermelhos


Charlotte é uma moça filha de uma bruxa que a abandonou no orfanato logo depois de nascer, o ódio e frustração de sua mãe a deixou com uma característica nada comum, olhos cor de sangue. Por causa disso viveu toda a sua vida presa no orfanato por temerem que a população a condenasse, mas uma freira que tinha muito afeto por ela e não suportava aquela situação resolveu levá-la à um bruxo chamado Baltazar, que poderia resolver seu problema. 
Enquanto procuravam-no foram atacadas e a freira baleada, Charlotte correu para a floresta a fim de fugir do assassino e acabou se perdendo, mas sem esperar ela encontra uma casa escondida entre as árvores e seu morador era o bruxo em questão.
Nasce um amor entre os dois, entretanto Baltazar não era um simples bruxo, na verdade ele pertencia à uma raça de seres imortais que viviam parte de sua vida na Terra. Mas uma característica interessa muito nele, pois deve se transformar em uma criatura diabólica e partir para outro mundo, e quem desencadeia essa transformação (apunhalando seu coração com ouro) se torna um imortal. Agora quando encontra finalmente alguma razão para viver, Baltazar deve enfrentar pessoas ambiciosas que desejam ser imortais e outros mais, pondo assim risco à sua própria sobrevivência e à de Charlotte.

É isso galera! 
Dica e Convite citados no início deste post: Leiam, garanto que não irão se arrepender! 
Lembrete: Não se esqueçam de classificar o conto e se quiserem comentem o que acharam aqui! 
Obrigada a todos! :)